Mono - Por que usá-lo?
Mono é uma implementação em comunidade aberta do Framework .NET para uma ampla faixa de sistemas operacionais e arquiteturas de CPU (tradução de parte da documentação oficial do Mono). Neste artigo darei uma visão pessoal do projeto Mono. Alguns detalhes técnicos também serão abordados.
Parte 2: Usando o Mono
Para instalar o Mono, primeiro precisamos baixar os pacotes. A
fonte mais certa é a partir do site oficial do projeto:
Lá você encontrará pacotes para várias distribuições do Linux e para outros sistemas operacionais. Dependendo da distribuição que você estiver utilizando, alguns pacotes extras (que não se encontram no site) podem ser necessários.
Baixei os pacotes para o Fedora Core 1. A última versão até o momento (17 de janeiro de 2005) é a 1.0.5. De acordo com a documentação oficial, o projeto Mono atualmente em exercício inclui o básico:
Após ter o Mono instalado em seu sistema, para executar um aplicativo escrito no Mono ou mesmo no .NET da Microsoft, podemos chamar via linha de comando o comando "mono" ou "mint". Um programa compilado para rodar na plataforma .NET ou com o Mono não é compilado diretamente para código nativo, mas sim para um código intermediário (tipo os bytecodes gerados por um compilador Java). Dessa forma, o arquivo gerado é que deve ser executado pelo interpretador Mono.
O comando mint representa uma forma adicional de interpretação. A diferença é que o comando mono gera o código nativo para execução e ainda utiliza um compilador JIT, enquanto o mint simplesmente interpreta o código a ser executado.
Além de executarmos aplicações .NET, podemos desenvolver aplicativos que podem rodar sobre o Mono. Podemos utilizar o compilador mcs para compilar códigos escritos em C#. Há uma série de opções para o compilador que podem ser exploradas a partir da documentação oficial. Na próxima página veremos um exemplo funcional de utilização do Mono.
Lá você encontrará pacotes para várias distribuições do Linux e para outros sistemas operacionais. Dependendo da distribuição que você estiver utilizando, alguns pacotes extras (que não se encontram no site) podem ser necessários.
Baixei os pacotes para o Fedora Core 1. A última versão até o momento (17 de janeiro de 2005) é a 1.0.5. De acordo com a documentação oficial, o projeto Mono atualmente em exercício inclui o básico:
- Compilador C#, uma máquina virtual, um mecanismo avançado de geração de código (compilação Just-in-Time (na hora) e pré-compilação de código).
- Bibliotecas de classes para suportar WebForms ASP .NET, Web Services, base de dados ADO .NET e Windows.Forms.
Após ter o Mono instalado em seu sistema, para executar um aplicativo escrito no Mono ou mesmo no .NET da Microsoft, podemos chamar via linha de comando o comando "mono" ou "mint". Um programa compilado para rodar na plataforma .NET ou com o Mono não é compilado diretamente para código nativo, mas sim para um código intermediário (tipo os bytecodes gerados por um compilador Java). Dessa forma, o arquivo gerado é que deve ser executado pelo interpretador Mono.
O comando mint representa uma forma adicional de interpretação. A diferença é que o comando mono gera o código nativo para execução e ainda utiliza um compilador JIT, enquanto o mint simplesmente interpreta o código a ser executado.
Além de executarmos aplicações .NET, podemos desenvolver aplicativos que podem rodar sobre o Mono. Podemos utilizar o compilador mcs para compilar códigos escritos em C#. Há uma série de opções para o compilador que podem ser exploradas a partir da documentação oficial. Na próxima página veremos um exemplo funcional de utilização do Mono.
Parabéns pelo artigo.!