XEN - Instalação e configuração no Debian Etch
Neste artigo mostro como instalar e configurar o software de virtualização XEN no Debian Etch. Para isso utilizaremos conceitos de LVM, entre outras coisas.
Introdução
O uso de máquinas virtuais nos dias de hoje está mais do que divulgado. E como toda tecnologia que atinge o mundo da informática, obviamente além do consagrado VMWare, existem também soluções open-source consagradas para o problema. Neste artigo apresento uma delas, o XEN.
O XEN possui algumas vantagens e desvantagens em relação aos outros meios de virtualização. Observe que não citarei aqui as vantagens ou desvantagens "oficiais", essas podem ser encontradas no Google ou na documentação do XEN, mas citarei as que pude perceber em minha experiência de uso deste software e as retiradas do tutorial do Eriberto.
De fato, boa parte deste artigo foi retirado de lá (tutorial do Eriberto), sendo que o do Eriberto foi baseado no Debian Sarge com Reiserfs e alguns extras. Este foi baseado no Debian Etch com ext3, então possui algumas diferenças.
Vantagens:
É claro que você pode driblar essa barreira de apenas um terminal usando o programa screen dentro das máquinas virtuais, porém a instalação e configuração deste programa não será abordada neste artigo.
Apesar de não ser abordada neste artigo, existem implementações mais elaboradas do XEN, com modo gráfico, entre outras coisas, inclusive com máquinas virtuais rodando o Windows Server 2003, XP ou Vista. Obviamente que essas implementações trazem maiores custo do hardware. Segue alguns links:
Instalar o XEN não é uma tarefa absolutamente fácil, mas não chega a ser um bicho de sete cabeças. Vou tentar simplificar a tarefa neste artigo.
O XEN possui algumas vantagens e desvantagens em relação aos outros meios de virtualização. Observe que não citarei aqui as vantagens ou desvantagens "oficiais", essas podem ser encontradas no Google ou na documentação do XEN, mas citarei as que pude perceber em minha experiência de uso deste software e as retiradas do tutorial do Eriberto.
De fato, boa parte deste artigo foi retirado de lá (tutorial do Eriberto), sendo que o do Eriberto foi baseado no Debian Sarge com Reiserfs e alguns extras. Este foi baseado no Debian Etch com ext3, então possui algumas diferenças.
Vantagens:
- A utilização de um único kernel base e de um micro kernel (apenas dois elementos) para a máquina real e todas as virtuais ao mesmo tempo;
- A rapidez e a leveza, por realizar pouca virtualização, ao aproveitar a maior parte dos recursos existentes na máquina real. De fato é bem mais rápido, podendo ser utilizado inclusive em máquinas modestas;
- A estabilidade e a confiabilidade;
- A segurança, em virtude de isolar totalmente as máquinas virtuais (só há comunicação por rede);
- O perfeito controle sobre o uso da memória e do processador por parte de cada máquina virtual;
- A não escravização de terminais dedicados para cada uma das máquinas virtuais;
- É software livre com versão gratuita.
- A limitação a poucos sistemas operacionais;
- A quantidade de passos necessários para executar toda a instalação e configuração;
- A obrigatoriedade de utilizar um kernel modificado e um micro kernel para estabelecer a máquina real e as máquinas virtuais.
É claro que você pode driblar essa barreira de apenas um terminal usando o programa screen dentro das máquinas virtuais, porém a instalação e configuração deste programa não será abordada neste artigo.
Apesar de não ser abordada neste artigo, existem implementações mais elaboradas do XEN, com modo gráfico, entre outras coisas, inclusive com máquinas virtuais rodando o Windows Server 2003, XP ou Vista. Obviamente que essas implementações trazem maiores custo do hardware. Segue alguns links:
- http://mediakey.dk/~cc/howto-install-windows-xp-vista-on-xen/
- http://wiki.xensource.com/xenwiki/XenFaq
Instalar o XEN não é uma tarefa absolutamente fácil, mas não chega a ser um bicho de sete cabeças. Vou tentar simplificar a tarefa neste artigo.