Linguagens de Programação - Apenas uma é o suficiente?
Dica publicada em Linux / Introdução
Linguagens de Programação - Apenas uma é o suficiente?
Uma breve análise sobre o uso das linguagens de programação nos dias de hoje.
Muitos programadores começam a trabalhar no ramo devido a um curso, seja ele de nível superior ou técnico, e por esse motivo, muitos ficam presos à linguagem de programação ensinada no seu curso; por motivos aparentemente óbvios, para não fazer um investimento de tempo em vão, para aprender aquela linguagem, ter um suporte (colegas de classe e professor) para auxiliar no início, que é quando mais precisamos de auxílio, e claro, utilidade que aquela linguagem "x" possui no seu dia a dia.
Porém, não devemos nos prender apenas uma linguagem X ou Y, seja porque ela é mais fácil, ou porque você aprendeu primeiro ela, mas devemos aprender a maior quantidade possível delas, por exemplo, muitos aprendem C na faculdade, e permanecem somente em C até o fim da vida.
Porém com um pouquinho de esforço, eles poderiam saber Python, C#, e Java por exemplo, que possuem uma estrutura parecida com C.
Conheço programadores que usam FORTRAN, uma linguagem um tanto quanto ultrapassada, pois não possui alocação dinâmica, e mais alguns recursos que linguagens como C e Python possuem.
E o motivo para eles usarem esta linguagem, é exatamente este que eu citei: aprenderam na graduação e continuam a usar até hoje.
Quando falamos de programação, não podemos parar no tempo, penso que devemos conhecer novas áreas, para não ficarmos ultrapassados, e quanto mais áreas soubermos, mais campos para podermos pesquisar existirão.
Não precisamos saber todas as linguagens de programação que existem, pois você não saberia nenhuma de verdade, porém, pelo menos 3, eu acho que todos os programadores deveriam saber. Assim evita até dependência de outros programadores para fazer um trabalho.
Para concluir, queria apenas deixar esta ideia, que nós programadores estendamos, mas nossos campos de pesquisa, que não fiquemos apenas na frente de nossos PCs fazendo o que já sabemos fazer bem, que nos arrisquemos em áreas novas.
Assim, provavelmente, o desenvolvimento da nossa área aumentará, e assim, quem sabe um dia, poderemos brigar de frente com países como Japão, E.U.A, entre outros.
Apenas uma, é o suficiente?
FORTRAN, Pascal, C, C#, Java, Python, Assembly, entre outras, quem é do ramo de programação, vive ouvindo estes nomes. Mas por que tantas linguagens? Por que não aprendemos mais de uma?Muitos programadores começam a trabalhar no ramo devido a um curso, seja ele de nível superior ou técnico, e por esse motivo, muitos ficam presos à linguagem de programação ensinada no seu curso; por motivos aparentemente óbvios, para não fazer um investimento de tempo em vão, para aprender aquela linguagem, ter um suporte (colegas de classe e professor) para auxiliar no início, que é quando mais precisamos de auxílio, e claro, utilidade que aquela linguagem "x" possui no seu dia a dia.
Porém, não devemos nos prender apenas uma linguagem X ou Y, seja porque ela é mais fácil, ou porque você aprendeu primeiro ela, mas devemos aprender a maior quantidade possível delas, por exemplo, muitos aprendem C na faculdade, e permanecem somente em C até o fim da vida.
Porém com um pouquinho de esforço, eles poderiam saber Python, C#, e Java por exemplo, que possuem uma estrutura parecida com C.
Conheço programadores que usam FORTRAN, uma linguagem um tanto quanto ultrapassada, pois não possui alocação dinâmica, e mais alguns recursos que linguagens como C e Python possuem.
E o motivo para eles usarem esta linguagem, é exatamente este que eu citei: aprenderam na graduação e continuam a usar até hoje.
Quando falamos de programação, não podemos parar no tempo, penso que devemos conhecer novas áreas, para não ficarmos ultrapassados, e quanto mais áreas soubermos, mais campos para podermos pesquisar existirão.
Não precisamos saber todas as linguagens de programação que existem, pois você não saberia nenhuma de verdade, porém, pelo menos 3, eu acho que todos os programadores deveriam saber. Assim evita até dependência de outros programadores para fazer um trabalho.
Para concluir, queria apenas deixar esta ideia, que nós programadores estendamos, mas nossos campos de pesquisa, que não fiquemos apenas na frente de nossos PCs fazendo o que já sabemos fazer bem, que nos arrisquemos em áreas novas.
Assim, provavelmente, o desenvolvimento da nossa área aumentará, e assim, quem sabe um dia, poderemos brigar de frente com países como Japão, E.U.A, entre outros.
Não sou programador (no sentido de trabalhar com desenvolvimento de softwares), mas tenho que programar para resolver meus problemas de forma mais rápida.
Sou da opinião que os cursos de programação na graduação deveriam estimular os alunos a aprenderem pelo menos duas linguagens, já na primeira disciplina em que se aprende a programar. Sendo uma linguagem "didática" e a outra "de mercado", por exemplo.