Facilidade X Possibilidades
Uma discussão muito forte no mundo GNU/Linux é sobre a questão da facilidade de uso do sistema. Muitos condenam o Linux por ser muito difícil, outros por sua vez abençoam o Linux por sua facilidade, enquanto que alguns louvam sua dificuldade. Mas afinal, o Linux é fácil ou difícil? É bom ele ser fácil? É bom ele ser difícil?
Introdução
A idéia de escrever esse artigo surgiu-me quando, enquanto fazia algumas pesquisas no Viva o Linux, encontrei um artigo intitulado Porque Linux não emplaca em Desktops, de autoria do Alexandre Felipe Muller de Souza.
Achei que poderia ser um artigo interessante e dediquei alguns minutos para uma leitura rápida; recomendo que todos leiam, é um artigo muito bom, escrito por um cara que entende mesmo do negócio.
Nós como usuários de Linux satisfeitos, em boa parte das vezes estando restritos aos estudantes, programadores, professores, técnicos de informática, esquecemos que a abrangência de nossos conhecimentos na área supera em muito o conhecimento de um pobre mortal (leia-se usuário padrão - que quando muito fez um curso básico de informática, ou seja, Windows, Word, Excel e PowerPoint).
Mesmo que apenas um entusiasta sem grandes conhecimentos na área, a vontade do Linuxer faz com que não tenha preguiça ou medo de pesquisar para resolver os problemas ou obstáculos à sua frente. Por esse, e outros motivos, somos tão radicais em procurar, a qualquer custo, qualquer argumento para tentar validar nossa opinião. Fechamos os olhos enquanto repetimos indefinidamente: "O Linux é a melhor coisa do mundo, o Linux é a melhor coisa do mundo...".
Antes que seja condenado a forca, faço questão de dizer que há cerca de 4 anos optei pelo Linux e quanto mais estudo sobre ele, mais me sento feliz por usá-lo.
O que irei abordar nesse artigo são duas questões fundamentais no mundo Linux:
Nós como usuários de Linux satisfeitos, em boa parte das vezes estando restritos aos estudantes, programadores, professores, técnicos de informática, esquecemos que a abrangência de nossos conhecimentos na área supera em muito o conhecimento de um pobre mortal (leia-se usuário padrão - que quando muito fez um curso básico de informática, ou seja, Windows, Word, Excel e PowerPoint).
Mesmo que apenas um entusiasta sem grandes conhecimentos na área, a vontade do Linuxer faz com que não tenha preguiça ou medo de pesquisar para resolver os problemas ou obstáculos à sua frente. Por esse, e outros motivos, somos tão radicais em procurar, a qualquer custo, qualquer argumento para tentar validar nossa opinião. Fechamos os olhos enquanto repetimos indefinidamente: "O Linux é a melhor coisa do mundo, o Linux é a melhor coisa do mundo...".
Antes que seja condenado a forca, faço questão de dizer que há cerca de 4 anos optei pelo Linux e quanto mais estudo sobre ele, mais me sento feliz por usá-lo.
O que irei abordar nesse artigo são duas questões fundamentais no mundo Linux:
- O Linux é fácil de usar?
- Vale à pena ser fácil?
Mas ainda insisto que o Linux só nao tem mais adeptos por consequencia da cabeça fechada de certos administradores e diretores de TI.