História da informática: Um pouco de datas e especificações
Precisei fazer algumas pesquisas que resultaram em algumas linhas de conhecimento, então decidi publicar após algumas revisões nestas linhas. Algumas especificações sobre sistemas operacionais que permitem entender diferenças entre DOS e UNIX, datas importantes para o Multics, Unics/Unix, GNU, Linux e outras datas também. Acho que o texto está bem interessante e completo.
Parte 4: Unix vs DOS - A história
Primeira parte, a IBM:
A IBM precisava de um sistema operacional padrão para seu computador. Então convocaram Bill Gates acreditando que ele tinha os direitos sobre o CP/M (um sistema operacional de péssima estrutura). Bill desfez o equívoco e encaminhou-os para a Digital Research, cujo dono era Kildall, mas não houve acordo entre Kildall e IBM, então a IBM voltou a procurar Bill Gates, que ainda não tinha nenhum sistema operacional pronto para oferecer.
Segunda parte, o DOS:
O DOS foi originalmente desenvolvido por Tim Paterson da Seattle Computer Products sob o nome de QDOS (Quick and Dirty Operating System), sendo uma variação do CP/M-80 da Digital Research. O QDOS era apenas um produto interno criado para testar uma nova placa com UCP 8086. Foi feito sem nenhuma preocupação com o usuário final, segurança, desempenho, eficiência, portabilidade ou recursos.
Terceira parte, Bill Gates:
Gates, então, lembrou-se de Tim Paterson, programador da SCP, que desenvolveu o QDOS (posteriormente, 86-DOS). Ele entrou em contato com a SCP e comprou os direitos sobre o 86-DOS por (supostamente) US$ 50.000. A Microsoft (foi fundada por Bill e um amigo e eles vendiam interpretadores da linguagem BASIC) licenciou-o da SCP, fez algumas modificações e licenciou-o posteriormente à IBM (vendido como PC-DOS) para seu novo 'PC' usando a CPU 8088 (que internamente era idêntica à 8086), e a vários outros fabricantes de hardware, vendido então como MS-DOS.
Terceira parte, as interfaces gráficas:
Xerox Palo Alto Research Center (PARC) foi uma importante divisão de pesquisa da Xerox Corporation baseada em Palo Alto, Califórnia, nos EUA. O PARC foi fundado em 1970 e transformou-se em uma companhia autônoma em 2002. Ele é famoso por ter sido o berço de invenções como a interface gráfica dos computadores pessoais (GUI), popularizada pela Apple Computer com o Macintosh e copiada em seguida por outros sistemas operacionais (como o Windows e o GNU/Linux).
Quarta parte, a estrutura DOS:
O DOS acessa as partições através de unidades (sendo que a primeira partição é identificada por C:). O DOS tinha um interpretador de comandos que não suportava redirecionamentos ou pipes, chamado de COMMAND.COM. No DOS programas são identificados através de extensões permitindo (pois a pasta em que o usuário acessava era um dos caminhos onde o interpretador buscava por comandos) que vírus se propagem mais facilmente.
O DOS não tem um sistema de permissões avançados (fazendo a atividade de vírus bem eficazes), não é multiusuário e não é multitarefa. O DOS utiliza uma API que depende diretamente de um processador 16-bit. Em computadores 32-bit o DOS poderia acessar mais memória com o uso de dos extenders, e somente após a publicação do DPMI isto ficou padronizado. Um DOS extender é como um mini-sistema operacional. Com isso concluímos que o DOS era um sistema operacional para processadores 16-bit, tecnologia obsoleta, que influenciou várias versões Windows, por consequência obsoletas também.
Quinta parte, o Windows:
Os Windows 3.11, 95, 98, 98SE e ME usavam quase que por completo a péssima estrutura DOS. Um dos grandes avanços do Windows 95 foi utilizar uma nova API, a PE (Portable Executable), mesmo que ela tenha sido baseada em uma das APIs obsoletas do UNIX, a COFF. Isto fez o Windows torna-se mais portátil e permitiu que ele fosse utilizado em mais processadores.
Sexta parte, o XP:
O Windows XP abandonou suporte a DOS, foi independente do DOS e foi o primeiro com bons recursos multiusuário. A história do Windows é cercada por várias falhas de segurança e vários bugs, além do inexplicável péssimo desempenho. Apesar de não suportar programas DOS, o Windows XP ainda utiliza várias características da estrutura do DOS para manter um pouco de compatibilidade com programas antigos.
Hoje muitas pessoas continuam usando o XP, pois o novo Windows da Microsoft, o Vista, tem um imperdoável desperdício de recursos e uma compatibilidade não tão boa com hardware antigo (alguns dizem que estas características foram feitas após a Microsoft receber propina da Intel e da nvidia, porém talvez seja só um boato).
A Microsoft está usando seus recursos para inutilizar o XP e fazer as pessoas comprarem seu novo sistema operacional, o Vista, porém esta talvez não seja uma boa estratégia, pois o Vista é um sistema ineficiente, caro e com várias falhas, e muitas pessoas não acham inteligente pagar caro por um sistema ruim.
A IBM precisava de um sistema operacional padrão para seu computador. Então convocaram Bill Gates acreditando que ele tinha os direitos sobre o CP/M (um sistema operacional de péssima estrutura). Bill desfez o equívoco e encaminhou-os para a Digital Research, cujo dono era Kildall, mas não houve acordo entre Kildall e IBM, então a IBM voltou a procurar Bill Gates, que ainda não tinha nenhum sistema operacional pronto para oferecer.
Segunda parte, o DOS:
O DOS foi originalmente desenvolvido por Tim Paterson da Seattle Computer Products sob o nome de QDOS (Quick and Dirty Operating System), sendo uma variação do CP/M-80 da Digital Research. O QDOS era apenas um produto interno criado para testar uma nova placa com UCP 8086. Foi feito sem nenhuma preocupação com o usuário final, segurança, desempenho, eficiência, portabilidade ou recursos.
Terceira parte, Bill Gates:
Gates, então, lembrou-se de Tim Paterson, programador da SCP, que desenvolveu o QDOS (posteriormente, 86-DOS). Ele entrou em contato com a SCP e comprou os direitos sobre o 86-DOS por (supostamente) US$ 50.000. A Microsoft (foi fundada por Bill e um amigo e eles vendiam interpretadores da linguagem BASIC) licenciou-o da SCP, fez algumas modificações e licenciou-o posteriormente à IBM (vendido como PC-DOS) para seu novo 'PC' usando a CPU 8088 (que internamente era idêntica à 8086), e a vários outros fabricantes de hardware, vendido então como MS-DOS.
Terceira parte, as interfaces gráficas:
Xerox Palo Alto Research Center (PARC) foi uma importante divisão de pesquisa da Xerox Corporation baseada em Palo Alto, Califórnia, nos EUA. O PARC foi fundado em 1970 e transformou-se em uma companhia autônoma em 2002. Ele é famoso por ter sido o berço de invenções como a interface gráfica dos computadores pessoais (GUI), popularizada pela Apple Computer com o Macintosh e copiada em seguida por outros sistemas operacionais (como o Windows e o GNU/Linux).
Quarta parte, a estrutura DOS:
O DOS acessa as partições através de unidades (sendo que a primeira partição é identificada por C:). O DOS tinha um interpretador de comandos que não suportava redirecionamentos ou pipes, chamado de COMMAND.COM. No DOS programas são identificados através de extensões permitindo (pois a pasta em que o usuário acessava era um dos caminhos onde o interpretador buscava por comandos) que vírus se propagem mais facilmente.
O DOS não tem um sistema de permissões avançados (fazendo a atividade de vírus bem eficazes), não é multiusuário e não é multitarefa. O DOS utiliza uma API que depende diretamente de um processador 16-bit. Em computadores 32-bit o DOS poderia acessar mais memória com o uso de dos extenders, e somente após a publicação do DPMI isto ficou padronizado. Um DOS extender é como um mini-sistema operacional. Com isso concluímos que o DOS era um sistema operacional para processadores 16-bit, tecnologia obsoleta, que influenciou várias versões Windows, por consequência obsoletas também.
Quinta parte, o Windows:
Os Windows 3.11, 95, 98, 98SE e ME usavam quase que por completo a péssima estrutura DOS. Um dos grandes avanços do Windows 95 foi utilizar uma nova API, a PE (Portable Executable), mesmo que ela tenha sido baseada em uma das APIs obsoletas do UNIX, a COFF. Isto fez o Windows torna-se mais portátil e permitiu que ele fosse utilizado em mais processadores.
Sexta parte, o XP:
O Windows XP abandonou suporte a DOS, foi independente do DOS e foi o primeiro com bons recursos multiusuário. A história do Windows é cercada por várias falhas de segurança e vários bugs, além do inexplicável péssimo desempenho. Apesar de não suportar programas DOS, o Windows XP ainda utiliza várias características da estrutura do DOS para manter um pouco de compatibilidade com programas antigos.
Hoje muitas pessoas continuam usando o XP, pois o novo Windows da Microsoft, o Vista, tem um imperdoável desperdício de recursos e uma compatibilidade não tão boa com hardware antigo (alguns dizem que estas características foram feitas após a Microsoft receber propina da Intel e da nvidia, porém talvez seja só um boato).
A Microsoft está usando seus recursos para inutilizar o XP e fazer as pessoas comprarem seu novo sistema operacional, o Vista, porém esta talvez não seja uma boa estratégia, pois o Vista é um sistema ineficiente, caro e com várias falhas, e muitas pessoas não acham inteligente pagar caro por um sistema ruim.
Máquina Enigma, Alemanha, 1918
Abraços,