Blackbox total - Instalado, configurado e personalizado
Nesse artigo desvendaremos alguns dos mistérios do Blackbox, um gerenciador de janelas muito bom, pequeno, rápido, leve e estável. Aprenda a deixar o Blackbox com a sua cara, editando até os mínimos detalhes.
Pegando e instalando o software
Bem, comecemos pelo indispensável: o download.
Você pode efetuar o download do Blackbox em um desses mirrors ou outros de sua preferência.
OBS: O Blackbox está na versão 0.70, porém eu ainda prefiro a linha 0.6x. Caso você prefira a 0.7x, vai o mirror também, mas vou avisando que os detalhes aqui são mais voltados à 0.6x. Os mirrors são do código fonte, pois é mais genérico, totalmente independente da distribuição que você usa, além do ganho de desempenho.
Depois de adquirido o software, vamos à instalação. No meu caso eu costumo deixar minha máquina o mais individualizada possível, para cada usuário. Logo, eu instalo os programas de usuário na pasta HOME do mesmo. Vai a dica:
Edite o arquivo ~/.profile do seu usuário adicionando à variável PATH o seguinte diretório:
/home/user/Apps/bin
Depois crie a pasta Apps na sua pasta home:
$ mkdir ~/Apps
Para que não fique tudo uma bagunça, vamos colocar mais dois diretórios:
$ mkdir ~/Apps/Packs
(onde você vai colocar os pacotes .tar.gz/bz2)
$ mkdir ~/Apps/src
(onde você vai descompactar e compilar os programas)
Agora, mova o blackbox.tar.bz2 para a pasta Packs:
$ mv blackbox.tar.bz2 ~/Apps/Packs
Descompacte-o na pasta src:
$ tar xjvf ~/Apps/Packs/blackbox.tar.bz2 -C ~/Apps/src/
$cd ~/Apps/src/blackbox
Vamos agora ao ponto crucial na instalação, que é o script 'configure'. Nesse momento vamos usar a flag "--prefix=~/Apps" para que ele seja instalado na árvore de diretórios que criamos, ou seja, ele vai fazer toda a instalação como se /home/user/Apps fosse, por exemplo, /usr/local. Porém, por se tratar de sua pasta, você terá total permissão de instalação:
$ ./configure --prefix=/home/user/Apps
Caso não haja erros, esperamos que não, vamos compilar e instalar:
$ make && make install
Pronto. Se tudo deu certo, ele deverá ter criado diretórios novos em ~/Apps. Agora, vamos à configuração.
Você pode efetuar o download do Blackbox em um desses mirrors ou outros de sua preferência.
OBS: O Blackbox está na versão 0.70, porém eu ainda prefiro a linha 0.6x. Caso você prefira a 0.7x, vai o mirror também, mas vou avisando que os detalhes aqui são mais voltados à 0.6x. Os mirrors são do código fonte, pois é mais genérico, totalmente independente da distribuição que você usa, além do ganho de desempenho.
Depois de adquirido o software, vamos à instalação. No meu caso eu costumo deixar minha máquina o mais individualizada possível, para cada usuário. Logo, eu instalo os programas de usuário na pasta HOME do mesmo. Vai a dica:
Edite o arquivo ~/.profile do seu usuário adicionando à variável PATH o seguinte diretório:
/home/user/Apps/bin
Depois crie a pasta Apps na sua pasta home:
$ mkdir ~/Apps
Para que não fique tudo uma bagunça, vamos colocar mais dois diretórios:
$ mkdir ~/Apps/Packs
(onde você vai colocar os pacotes .tar.gz/bz2)
$ mkdir ~/Apps/src
(onde você vai descompactar e compilar os programas)
Agora, mova o blackbox.tar.bz2 para a pasta Packs:
$ mv blackbox.tar.bz2 ~/Apps/Packs
Descompacte-o na pasta src:
$ tar xjvf ~/Apps/Packs/blackbox.tar.bz2 -C ~/Apps/src/
$cd ~/Apps/src/blackbox
Vamos agora ao ponto crucial na instalação, que é o script 'configure'. Nesse momento vamos usar a flag "--prefix=~/Apps" para que ele seja instalado na árvore de diretórios que criamos, ou seja, ele vai fazer toda a instalação como se /home/user/Apps fosse, por exemplo, /usr/local. Porém, por se tratar de sua pasta, você terá total permissão de instalação:
$ ./configure --prefix=/home/user/Apps
Caso não haja erros, esperamos que não, vamos compilar e instalar:
$ make && make install
Pronto. Se tudo deu certo, ele deverá ter criado diretórios novos em ~/Apps. Agora, vamos à configuração.
Um detalhe que gostaria de destacar é a forma como o Simon compilou o Blackbox. Esse esquema de alteração do --prefix é muito útil para quem deseja aprender Linux, mas só possui acesso à máquinas onde não tem poder de super usuário (ex: laboratório da faculdade).
[]'s,
Fábio