Usando o Linux como um studio de gravação (parte 1)
Neste artigo, que será o primeiro da série (espero que sejam apenas 2 partes), faço uma recapitulação da história da evolução musical, que vem desde o primeiro fonógrafo, criado por Thomas Edson, passa pelos discos de vinil e chega ao CD.
Introdução
Muitos mitos cercam a produção e funcionamento de um estúdio musical. Os equipamentos, os recursos técnicos, tudo é meio como que mágico, fantástico.
Um pouco de História (O tempo não pára - Como diria o velho Cazuza)
Apesar do ritmo frenético em que vivemos quanto aos avanços tecnológicos, é bom a gente conhecer um pouco sobre como eram feitas as primeiras gravações.
Uma das primeiras, senão a primeira experiência de gravação de som, foi feita por Thomas Edson), o fonógrafo. Ele criou um cilindro coberto por um papel de alumínio, lá dentro uma agulha pressionava o papel alumínio, que ao emitir o som, fazia com que um diafragma que estava na ponta da agulha reproduzisse o som.
Estes homens e suas idéias magníficas. A partir daí foram sendo criadas novas tecnologias que se sobreporam em facilidade e capacidade sobre as anteriores.
Em 1887 houve uma evolução na forma como eram gravados os sons, um alemão chamado Emil Berliner criou o Gramofone, que diferia do fonógrafo por gravar os sons não mais em um cilindro, mas em um disco plano de plástico ou de cobre coberto de cera. Neste novo equipamento a gravação dos sons eram feitas por uma agulha que fazia um sulco concêntrico (em espiral) na superfície do disco. A reprodução era feita de maneira semelhante, uma agulha era colocada no suco do disco, ao ser rodado a agulha passava pelos sulcos e as vibrações eram reproduzidas por um alto falante que estava acoplado na extremidade da agulha.
Um pouco de História (O tempo não pára - Como diria o velho Cazuza)
Apesar do ritmo frenético em que vivemos quanto aos avanços tecnológicos, é bom a gente conhecer um pouco sobre como eram feitas as primeiras gravações.
Uma das primeiras, senão a primeira experiência de gravação de som, foi feita por Thomas Edson), o fonógrafo. Ele criou um cilindro coberto por um papel de alumínio, lá dentro uma agulha pressionava o papel alumínio, que ao emitir o som, fazia com que um diafragma que estava na ponta da agulha reproduzisse o som.
Estes homens e suas idéias magníficas. A partir daí foram sendo criadas novas tecnologias que se sobreporam em facilidade e capacidade sobre as anteriores.
Em 1887 houve uma evolução na forma como eram gravados os sons, um alemão chamado Emil Berliner criou o Gramofone, que diferia do fonógrafo por gravar os sons não mais em um cilindro, mas em um disco plano de plástico ou de cobre coberto de cera. Neste novo equipamento a gravação dos sons eram feitas por uma agulha que fazia um sulco concêntrico (em espiral) na superfície do disco. A reprodução era feita de maneira semelhante, uma agulha era colocada no suco do disco, ao ser rodado a agulha passava pelos sulcos e as vibrações eram reproduzidas por um alto falante que estava acoplado na extremidade da agulha.