Guia de referência do ISOLINUX (parte 1)
Introdução
Quem leu o artigo citado viu que eu apresentei a estrutura básica de um LiveCD como sendo a seguinte:
(Raiz do CD) |-------+boot | |-------+grub | | |-------menu.lst | | |-------stage2_eltorito | | | |-------vmlinuz | |-------initrd.gz | |-------memtest86+.bin | |-------+live | |-------filesystem.squashfs | |--------md5sum.txtNesse LiveCD, no entanto, o GRUB é o gerenciador de boot. Vejamos então o que muda quando usamos o ISOLINUX como gerenciador de boot:
(Raiz do CD) |-------+boot | |-------+isolinux | | |-------isolinux.bin | | |-------isolinux.cfg | | | |-------vmlinuz | |-------initrd.gz | |-------memtest86 | |-------+live | |-------filesystem.squashfs | |--------md5sum.txtNa verdade, pouca coisa. Isso porque o ISOLINUX tem a mesma lógica de funcionamento do GRUB: durante a gravação do CD, o ISOLINUX, que está no arquivo "isolinux.bin", é inserido no setor de boot. Quando o CD é usado para iniciar o computador, o ISOLINUX é carregado e mostra ao usuário um menu de opções, permitindo que ele escolha diversas formas de como iniciar o sistema. Essas opções, assim como acontecia com o GRUB, estão armazenadas em um arquivo de configuração. No caso do ISOLINUX, esse arquivo é o "isolinux.cfg".
Como configurar o ISOLINUX para mostrar não só as opções de boot mas também um menu personalizado, com nossa imagem de fundo, nosso logotipo, nossos textos, entre outras coisas, é o assunto que veremos a partir de agora.