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LinuxStok tem uma série de vantagens:
- cadastro abrangente;
- bom controle financeiro;
- controle de acesso e segurança bastante eficiente e configurável;
- relatórios exportados em HTML;
- suporte a três SGBDs: SQLite, MySQL e PostgreSQL;
- possibilidade de importação de dados.
O controle de acesso do LinuxStok permite uma configuração avançada e bem personalizada das permissões, organizadas por níveis de usuário. Trata-se de um controle simples mas importante nas mãos do administrador do sistema.
O suporte a estes três SGBDs é um aspecto especialmente bom. O uso do SQLite simplifica a instalação (apesar de ter tido um pequeno problema com permissão de escrita na primeira execução, fácil e rapidamente resolvido) e a manutenção, além de permitir que o LinuxStok seja usado em atividades que exijam um banco realmente pequeno com uma boa performance, possibilitando apresentar uma solução elegante, sem usar canhões para matar mosquitos.
Porém, caso os canhões sejam necessários, MySQL e PostgreSQL estão disponíveis para garantir que o sistema possa ser usado em situações que exijam bancos maiores.
Contudo, o LinuxStok tem também algumas desvantagens:
- ainda não possui suporte a ECF;
- ainda não possui uma versão estável;
- limitadas configurações de impressora.
A palavra ainda antes dos dois primeiros problemas é importante. São problemas que são resolvidos com o tempo, através de contribuições. Dependendo do nível de ajuda recebido, podem ser resolvidos em questão de um ano. E é importante que sejam resolvidos. Não é bom limitar-se a quem não emite ECF e é preciso melhorar a estabilidade nas próximas versões para permitir o uso em ambientes de produção.
O terceiro problema nem é tão grande. Apesar de ser um ponto negativo, a possibilidade de configurar apenas uma impressora, os relatórios, gerados em HTML e abertos no browser, podem usar configurações mais avançadas de impressão com os diálogos de impressão do sistema ou do navegador.